• Alex Fraga

Opinião – Em live, professor poeta dá “show” sobre história de Dourados!

Há certos projetos culturais que são exemplos e que devem ser seguidos. Ontem (terça-feira – 21), às 20 horas, por exemplo, a Comissão de Revisão Histórica de Dourados (MS) e o Grupo Literário Arandu, promoveram uma live literária com o professor, escritor e poeta douradense, Carlos Magno Mieres Amarilha. Normalmente em um país onde poucas pessoas se interessam por literatura e história, o que me surpreendeu foi a quantidade de pessoas que esteve assistindo o professor poeta Carlos Magno falar e contar sobre histórias e “causos” de Dourados através dessa live. Nada mais regional, ele iniciou ao som de uma polca “Roda de Tereré”, do Grupo Zíngaro, e deu início aos

trabalhos com uma naturalidade incrível, o que prendeu ainda mais a atenção de todos. Do livro “Uma Prosa Douradense”, ele viajou por histórias interessantes e deu uma verdadeira aula de história e conhecimento técnico sobre a cidade que é hoje um dos polos mais ricos culturalmente do Mato Grosso do Sul. Essa viagem poética e histórica, Carlos Magno contou vários pontos interessantes e que poucos sabiam, como por exemplo, que a cidade de Dourados foi distrito de Ponta Porã, que na época se chamava Patrimônio de Dourados. Toda essa história foi contada com detalhes interessantíssimos. Os costumes da época e que até hoje estão gravados no jeito da fala e comportamento do povo. Outro ponto relevante foi sobre a extração da erva mate e a Colônia Agrícola Nacional. A explanação do professor foi tão interessante que sem dúvida fez com que muitos ficassem até o final da live, tendo informações maravilhosas e que poucos têm essa oportunidade de saber com tanta clareza. Desde o início e até o final da live, o professor recitou poemas sobre como eram a vida antiga dos douradenses, uma maneira simples e objetiva para que as pessoas pudessem imaginar e aprender com mais facilidade. Uma verdadeira aula poética e de história que com certeza agradou a todos. Esperamos que outras lives continuem, até mesmo pós-pandemia. Adorei!

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